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Origem da Língua Portuguesa- 1º ano EM

1-Análise da música abaixo:

Samba-Enredo 2007 – Minha Pátria é minha língua, Mangueira meu grande amor. Mangueira

Composição: Lequinho, Júnior Fionda, Anibal e Amendoim do Samba.

Quem sou eu
Tenho a mais bela maneira de expressar
Sou Mangueira…uma poesia singular
Fui ao Lácio e nos meus versos canto a última flor
Que espalhou por vários continentes
Um manancial de amor
Caravelas ao mar partiram
Por destino encontraram Brasil…
Nos trazendo a maior riqueza
A nossa língua portuguesa
Se misturou com o tupi, tupinambrasileirou
Mais tarde o canto do negro ecoou
E assim a língua se modificou
Eu vou dos versos de Camões
As folhas secas caídas de Mangueira
É chama eterna, dom da criação
Que fala ao pulsar do coração

Cantando eu vou
Do Oiapoque ao Chuí ouvir
A minha pátria é minha língua
Idolatrada obra-prima te faço imortal
Salve… Poetas e compositores
Salve também os escritores
Que enriqueceram a tua história
Ó meu Brasil
Dos filhos deste solo és mãe gentil
Hoje a herança portuguesa já reluz
à estação da luz

Vem no vira da Mangueira vem sambar
Meu idioma tem o dom de transformar
Faz do Palácio do Samba uma casa portuguesa
É uma casa portuguesa com certeza

Fonte:http://www.vagalume.com.br/mangueira/samba-enredo-2007-minha-patria-e-minha-lingua-mangueira-meu-grande-amor.html#ixzz1mG94AVQG

Países que falam a língua portuguesa

A língua portuguesa é a quinta mais falada e a terceira do mundo ocidental, superada pelo inglês e o castelhano. Atualmente, aproximadamente 250 milhões de pessoas no mundo falam Português, o Brasil responde por cerca de 80% desse total.

Diante disso, no mundo a língua portuguesa é instituída como oficial emPortugal, Ilha da Madeira, Arquipélago dos Açores, Brasil, Moçambique,Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe. Diante da grandiosidade da língua, em países do MERCOSUL é obrigatório o ensino do português como disciplina escolar.

Existem ainda lugares que utilizam a língua de forma não oficial, assim o idioma é falado por uma restrita parcela da população, são eles: Macau, Goa (um estado da Índia) e Timor Leste na Oceania.

A dispersão da língua em distintos continentes deve-se principalmente pela política de expansão de Portugal, especialmente nos séculos XV e XVI, quando ocorreu a exploração de uma grande quantidade de colônias, sendo assim, a língua da metrópole foi introduzida e logo se juntou com as culturas locais formando uma diversidade de dialetos, essa nova forma de falar o português fora da Pátria mãe era denominada de criolo.

O português é oriundo do latim vulgar (usado pelo povo essa variação era apenas falada) língua que os romanos inseriram em uma região ao norte da Península Ibérica chamada de Lusitânia. A partir da invasão dos romanos na região, praticamente todos os povos começaram a usar o latim, salvo o povo basco, nesse processo teve início a constituição do espanhol, português e o galego.

Em sua essência é uma língua românica, ou seja, ibérico-românico, que deu origem também ao castelhano, catalão, italiano, francês, romeno e outros.

O português se diferencia por meio da variedade de dialetos e subdialetos e no âmbito internacional, pois a língua é classificada em português brasileiro e europeu.

A partir de 2009 se inicia a unificação ortográfica da língua, através do Novo Acordo Ortográfico.

Uma vez unificado, o português auxiliará a inserção dos países que falam a língua na comunidade das nações desenvolvidas, pois algumas publicações deixam de circular internacionalmente porque dependem de “versão”. Um dos principais problemas que as novas regras vão acarretar, no entanto, será o custo da reimpressão de livros.

O português tem duas grafias oficiais, o que dificulta o estabelecimento da língua como um dos idiomas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU) . A ortografia-padrão facilitará o intercâmbio cultural entre os países que falam português. Livros, inclusive os científicos, e materiais didáticos poderão circular livremente entre os países, sem necessidade de revisão, como já acontece em países que falam espanhol. Além disso, haverá padronização do ensino de português ao redor do mundo.

Vale lembrar que as mudanças serão apenas na ortografia, permanecem as pronúncias típicas de cada país.

Caso você você queira baixar o texto completo do Novo Acordo Ortográfico, Clique Aqui.
 
 
 

Língua portuguesa

(Olavo Bilac)

Última flor do Lácio, inculta e bela,
És, a um tempo, esplendor e sepultura:
Ouro nativo, que na ganga impura
A bruta mina entre os cascalhos vela…

Amo-te assim, desconhecida e obscura.
Tuba de alto clangor, lira singela,
Que tens o trom e o silvo da procela,
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma
De virgens selvas e de oceano largo!
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

em que da voz materna ouvi: “meu filho!”,
E em que Camões chorou, no exílio amargo,
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

Os versos acima foram extraídos do livro “Poesias”, Livraria Francisco Alves – Rio de Janeiro, 1964, pág. 262.
 
 
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Publicado por em 13 13America/Sao_Paulo fevereiro 13America/Sao_Paulo 2012 em Sem categoria

 

Avaliação Diagnóstica de Língua Portuguesa – 6ª série

      

       Texto 1:         Mais um animal

 

Chiico chegou da rua com um gatinho muito preto e muito magro debaixo do braço.

Vai me dizer que já arrumou mais dor de cabeça pra mim – disse-lhe a mãe.

Olha pra ele, mãe, tão bonitinho, tão magrinho. Ocê não tem dó dele?

– Dó eu tenho, mas não quero saber de mais bichoem casa. Oquintal já tá

parecendo zoológico.

A senhora mesmo vive rezando pra São Francisco, o santo que acolhia os bichos…

Não é por ser devota de São Francisco que vou transformar minha casa em zoológico.

(…) Chegam muito os três que vivem embaraçando nas pernas da gente.

Olha pra ele, mãe. Só ele, tenha piedade do coitado. Não deve ter dono, nem pai,nem mãe, nem irmãozinho.

Não quero nem olhar.

Já sei por que não quer: para não pegar amor por ele. Alisa só o pelinho dele, vê como o coitado tá maltratado. Se fosse um angorá, aposto que você ia querer.

Se fosse um angorá, o dono não deixaria solto na rua.

Chico saiu alisando o pêlo do gatinho, triste por ter que se livrar dele. Sentou no alpendre e conversou com o gatinho:

– Você tem que compreender que a casa não é minha, se fosse… No fundo, ela tem razão. Tenho três cachorros, três gatos, um papagaio, meia dúzia de galinhas, uma já com uma ninhada de cinco pintinhos; um casal de patos, um porquinho da Índia, um coelhinho orelhudo… (…) Já vi que ocê não

compreende, que quer mesmo ficar.

Vamos lá dentro tentar de novo? Vamos?

– Mãe, você…

– Outra vez com esse gato?

– Eu só queria um pedaço de pão molhado no leite para dar pra ele.

A mãe deu um pedaço de pão e um pires com leite. Chico começou a matar a fome do novo amigo.

Pão comido, leite lambido, a mãe falou:

Agora que ele comeu, pode dar o fora. E trate de levar esse gato pra bem longe.

(José, Elias. Com asas na cabeça, adaptado.)
01. Leia o trecho abaixo:

“Chico chegou da rua com um gatinho muito preto e muito magro debaixo do braço.

– Vai me dizer que já arrumou mais dor de cabeça pra mim – disse-lhe a mãe.”

Agora responda: Quem traz problemas para casa?

a) o narrador.

b) a mãe.

c) Chico.

d) o gatinho.

 

02. Leia novamente o trecho:

“– Vai me dizer que já arrumou mais dor de cabeça pra mim – disse-lhe a mãe.”

O trecho destacado no período acima significa:

a) mais uma boca para comer em casa.

b) mais sofrimento com o abandono de animais.

c) mais preocupação para a mãe de Chico.

d) mais um animal perigoso para cuidar em casa.

 

03. O travessão inicial que aparece no trecho “– Você tem que compreender que a casa não é minha, se fosse…” indica:

a) a fala do narrador.

b) a fala da mãe.

c) a fala do gato.

d) a fala do Chico.

 

04. Observe o diálogo:

“– (…) Se fosse um angorá, aposto que você ia querer.

– Se fosse um angorá, o dono não deixaria solto na rua.”

Para a mãe de Chico, se o gato fosse angorá, seu dono não o deixaria solto porque seria um gato:

a) de raça.

b) perigoso.

c) doente.

d) muito querido.

 

05. Leia a frase:

“– Olhe para ele, mãe, tão bonitinho, tão magrinho. Ocê não tem dó dele?”

No período acima, as palavras ele e dele referem-se a (ao):

a) São Francisco.

b) gato.

c) Chico.

d) papagaio.

 

06. Existem palavras que, mudando de lugar na expressão, criam um novo sentido.

Observe a frase:

“(…) Chico começou a matar a fome do novo amigo.”

Mudando a posição do termo sublinhado (amigo novo), a expressão pode adquirir o sentido de um amigo:

a) conquistado recentemente.

b) com pouca idade.

c) que está para chegar.

d) com quem se tem pouco contato

          Texto 2 :    Um Comilão Irreverente

 

A história do beagle é muito antiga. (…) Ele é considerado um dos mais antigos cães que caçam pelo faro – diferentes daqueles que caçam pela visão. Ele provavelmente foi levado, pelos caçadores da Inglaterra para outros países da Europa e, mais tarde, para o resto do mundo. No Brasil, sua introdução é relativamente recente.

É um cão forte e pesado para o seu tamanho.

Sua altura não ultrapassa os40 centímetrose pode chegar a pesar

aproximadamente 15 quilos. A raça foi desenvolvida para caça miúda, como coelhos e lebres. Quando bem treinado é capaz de correr o dia inteiro, embora não chegue a desenvolver grandes velocidades, alcançando, no máximo,50 quilômetrospor hora. As suas orelhas caídas são uma excelente proteção para os ouvidos contra espinhos e galhos pontudos. Rústico e dócil costuma ser carinhoso com seus donos. Precisa de bastante espaço para se movimentar e de exercícios constantes para se desenvolver.

De temperamento independente e brincalhão, não é agressivo e exige firmeza, coerência e paciência para ser educado. É sociável e prefere estar sempre acompanhado. Por isso, é uma excelente companhia para crianças, adulta ou mesmo outros animais. Resiste bem às doenças em geral e o único cuidado que se deve ter é com a obesidade, pois ele é muito guloso.

Come tanto que não sabe parar e pode até morrer de indigestão. Portanto, controle as refeições. O beagle é excelente companhia, e você nunca vai se sentir solitário com ele por perto.

(Revista Natureza. Ano 7, nº 81, p. 35-37, adaptado.)

 

 

Tq07. O texto que você acabou de ler, além de narrar a origem do cão da raça beagle e descrever suas características físicas, também:

a) fornece informações a respeito de como educá-lo.

b) informa sobre sua incapacidade de percorrer grandes distâncias.

c) esclarece que, apesar de guloso, tem um estômago sensível.

d) desaconselha seu convívio com crianças e idosos.

 

 

08. Leia o trecho:

“Por isso, é uma excelente companhia para crianças, adultos ou mesmo outros animais.”

A expressão sublinhada no trecho refere-se ao fato de o beagle ser

a) sociável e preferir estar sempre acompanhado.

b) um cão de pequeno porte.

c) um cão forte e pesado para o seu tamanho.

d) um cão de caça.

 

09. Com base na informação contida no título, Um comilão irreverente”, e na leitura do texto, é possível afirmar que:

a) os cães da raça beagle não podem ser domesticados.

b) o único cão de caça do mundo é da raça beagle.

c) o beagle é um cão de caça guloso.

d) o beagle, por ser forte e pesado, só pode ser criado em fazendas.

 

10. Leia:

“As suas orelhas caídas são uma excelente proteção para os ouvidos contra espinhos e galhos pontudos. Rústico e dócil, costuma ser carinhoso com seus donos. Precisa de bastante espaço para se movimentar e de exercícios constantes para se desenvolver.”  

De acordo com as informações do trecho acima, podemos afirmar que suas orelhas caídas:

a) servem para protegê-lo quando está correndo atrás da caça.

b) evidenciam o quanto ele é dócil e educado.

c) servem para ajudá-lo a desenvolver maior velocidade.

d) prejudicam sua audição durante a caçada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

      

     

 
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Publicado por em 5 05America/Sao_Paulo dezembro 05America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Semana da Consciência Negra 2011-Filme: “Um Sonho Possível”

O filme conta a história de Michael Oher (Quinton Aaron), um jovem negro vindo de um lar destruído, que é ajudado por uma família branca, liderada por Leigh Anne (Sandra Bullock) que acredita em seu potencial. Com a ajuda do treinador de futebol, de sua escola e de sua nova família, Oher terá de superar diversos desafios a sua frente, o que também mudará a vida de todos a sua volta.

CURIOSIDADES
- O longa é inspirado em uma história real e dirigido por John Lee Hancock, que também escreveu o roteiro a partir do livro The Blind Side: Evolution of a Game, de Michael Lewis.
PRÊMIOS
Sandra Bullock levou o Oscar e o Globo de Ouro de Melhor Atriz em 2010.- Indicado ao Oscar 2010 de Melhor Filme.
FICHA TÉCNICA
Diretor: John Lee Hancock
Elenco: Sandra Bullock, Tim McGraw, Kathy Bates, Quinton Aaron, Lily Collins, Jae Head, Rhoda Griffis, Ray McKinnon.
Produção: Broderick Johnson, Andrew A. Kosove, Gil Netter
Roteiro: John Lee Hancock, baseado em livro de Michael Lewis
Fotografia: Alar Kivilo
Duração: 128 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Warner Bros.
Estúdio: Alcon Entertainment / Warner Bros. / Zucker/Netter Productions
Classificação: 10 anos
 Quer saber mais sobre o filme,clique aqui:http://www.adorocinema.com/filmes/um-sonho-possivel/
 
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Publicado por em 24 24America/Sao_Paulo novembro 24America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Semana da Consciência Negra 2011-Filme “Mandela-A luta pela Liberdade”

Título original: (Goodbye Bafana)

Lançamento: 2007 (Bélgica, França, Alemanha, Itália, Luxemburgo, África do Sul, Inglaterra)

Direção: Bille August

Atores: Joseph Fiennes, Dennis Haysbert, Diane Kruger, Shiloh Henderson.

Duração: 140 min

Gênero: Drama

Sinopse: James Gregory (Joseph Fiennes) é um típico branco sul-africano, que enxerga os negros como seres inferiores, assim como a maioria da população branca que vivia na África do Sul sob o apartheid dos anos 60. Crescido no interior, ele fala bem o dialeto Xhosa. Exatamente por isso, não é um carcereiro comum: atua, na verdade, como espião do governo com a missão de repassar informações do grupo de Nelson Mandela (Dennis Haysbert) para o serviço de inteligência. Mas a convivência com Mandela cria um forte laço de amizade entre eles e o transforma em um defensor dos direitos negros na África do Sul.

Fotos do Filme:

 
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Publicado por em 21 21America/Sao_Paulo novembro 21America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Vestibular da Unicamp traz Computação em Nuvem como tema da redação:

Vestibular da Unicamp traz computação em nuvem como tema de redação Conceito de cloud computing revolucionou a TI e virou conteúdo que ajudará a aferir o conhecimento de mais de 61 mil estudantes que disputam 3.444 vagas na Universidade Estadual de Campinas e o projeto “Escola nas Nuvens”, da  nossa escola,  foi referência para o tema da redação:

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), localizada em São Paulo, realizou hoje (13/11) prova da primeira fase do seu vestibular 2012. Ela foi composta por duas partes. A de conhecimentos gerais, com 48 questões de múltipla escolha e a de redação. Nesta, entre os três temas que tiveram de ser desenvolvidos, um deles abordou computação em nuvem, ou, cloud computing, como também é conhecido na área de tecnologia da informação.

Texto 3
Imagine-se na posição de um leigo em informática que, ao ler a matéria Cabeça nas nuvens, reproduzida abaixo, decide buscar informações sobre o que chamam de computação em nuvem. Após conversar com usuários de computador e ler vários textos sobre o assunto (alguns dos quais reproduzidos abaixo em I, II e III), você conclui que o conceito é pouco conhecido e resolve elaborar um verbete para explicá-lo. Nesse verbete, que será publicado em uma enciclopédia on-line destinada a pessoas que não são especializadas em informática, você deverá:
• definir computação em nuvem, fornecendo dois exemplos para mostrar que ela já está presente em atividades realizadas cotidianamente pela maioria dos usuários de computador;
• apresentar uma vantagem e uma desvantagem que a aplicação da computação em nuvem poderá ter em um futuro próximo.
Cabeça nas nuvens
Quando foi convidado para participar da feira de educação da Microsoft, Diogo Machado já sabia que projeto desenvolver. O estagiário de informática da Escola Estadual Professor Francisco Coelho Ávila Júnior, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), estava cansado de ouvir reclamações de alunos que perdiam arquivos no computador. Decidiu criar um sistema para salvar trabalhos na própria internet, como ele já fazia com seus códigos de programação. Dessa forma, se o computador desse pau, o conteúdo ficaria seguro e poderia ser acessado de qualquer máquina.
A ideia do recém-formado técnico em informática se baseava em clouding computing (ou computação em nuvem), tecnologia que é a aposta de gigantes como Apple e Google para o armazenamento de dados no futuro. Em três meses, Diogo desenvolveu o Escola na nuvem escolananuvem.com.br), um portal em que estudantes e professores se cadastram e podem armazenar e trocar conteúdos, como o trabalho de matemática ou os tópicos da aula anterior. As informações ficam em um disco virtual, sempre disponíveis para consulta via web.
(Extraído de Galileu, no. 241, ago. 2011, São Paulo: Editora Globo, p. 79.)
I – “Você quer ter uma máquina de lavar ou quer ter a roupa lavada?” Essa pergunta resume de forma brilhante o conceito de computação em nuvem, que foi abordado em um documentário veiculado recentemente na TV. (Adaptado de http://toprenda.net/2010/04/computacao-em-nuvem-voce-ja-usa-e-nem-sabia .)
II – Vamos dizer que você é o executivo de uma grande empresa. Suas responsabilidades incluem assegurar que todos os seus empregados tenham o software e o hardware de que precisam para fazer o seu trabalho. Comprar computadores para todos não é suficiente – você também tem de comprar software ou licenças de software para dar aos empregados as ferramentas que eles exigem. Em breve, deve haver uma alternativa para executivos como você. Em vez de instalar uma suíte de aplicativos em cada computador, você só teria de carregar uma aplicação. Essa aplicação permitiria aos trabalhadores logar-se em um serviço baseado na web que hospeda todos os programas de que o usuário precisa para o seu trabalho.
 Máquinas remotas de outra empresa rodariam tudo – de e-mail a processador de textos e a complexos programas de análise de dados. Isso é chamado computação em nuvem e poderia mudar toda a indústria de computadores. Se você tem uma conta de e-mail com um serviço baseado na web, como Hotmail, Yahoo! ou Gmail, então você já teve experiência com computação em nuvem. Em vez de rodar um programa de e-mail no seu computador, você se loga numa conta de e-mail remotamente pela web. (Adaptado de Jonathan Strickland, Como funciona a computação em nuvem.Disponível em http://informatica.hsw.uol.com.br/computacao-em-nuvem.htm .)
 III- A simples ideia de determinadas informações ficarem armazenadas em computadores de terceiros (no caso, os fornecedores de serviço), mesmo com documentos garantindo a privacidade e o sigilo, preocupa pessoas, órgãos do governo e, principalmente, empresas. Além disso, há outras questões, como o problema da dependência de acesso à internet: o que fazer quando a conexão cair? Algumas companhias já trabalham em formas de sincronizar aplicações off-line com on-line, mas tecnologias para isso ainda precisam evoluir bastante. (Adaptado de O que é Cloud Computing? Disponível em: http://www.infowester.com/cloudcomputing .
FONTE: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/11/13/vestibular-da-unicamp-traz-computacao-em-nuvem-como-tema-de-redacao/

 

 

 
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Publicado por em 17 17America/Sao_Paulo novembro 17America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Exercícios de acentuação gráfica 6ª série

1- Transforme os substantivos em adjetivos . Lembre-se: Os paroxítonos terminados em L devem ser acentuados.
amabilidade => amável
  subst.              adj.
facilidade:_______
fragilidade:_______
dificuldade:_______
utilidade:_________
habilidade:______
agilidade:________
2- Acentue os paroxítonos terminados em ditongo:
dicionario , magoa , area , serio , serie , espontaneo , exercicio , agua , patio .
3- Acentue quando necessário:
bonus – faceis – orgão – limpido – urubu – horario – tenue  - historia – parabens – armazens – cipo – hifen – canoa -  flores – nuvem – homens – arvore – passaro – passarinho – reporter – taxi – europeu – moi – ceus – destroi- boi- reu – saida – saude – bau – saiste – caiste – moinho – moeda – palido – atraves – Marcio – boia – orfãs – juri  - voo -abençoo – raiz  -raizes  - tres – graudo – facil  frances – reune – papeis – portugues- portuguesa.
4- Complete o quadro com as palavras que você acentuou no nª 3:
Proparoxítonas
Parixítonas
Hiato
Oxítonas
Ditongo aberto
 
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Publicado por em 8 08America/Sao_Paulo novembro 08America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Revisão para prova Brasil 8ª série/9º ano

Revisão para a Prova Brasil

                     O drama das paixões platônicas na adolescência

Bruno foi aprovado por três dos sentidos de Camila: visão, olfato e audição. Por isso, ela precisa conquistá-lo de qualquer maneira. Matriculada na 8ª série, a garota está determinada a ganhar o gato do 3º ano do Ensino Médio e, para isso, conta com os conselhos de Tati, uma especialista na arte da aza ração. A tarefa não é simples, pois o moço só tem olhos para Lúcia-justo a maior “crânio” da escola. E agora, o que fazer? Camila entra em dieta espartana e segue as leis da conquista elaboradas pela amiga.

                                                               REVISTA ESCOLA, março 2004, p. 63

1- Pode-se deduzir do texto que Bruno:

(A) chama a atenção das meninas. (B) é mestre na arte de conquistar. (C) pode ser conquistado facilmente. (D) tem muitos dotes intelectuais.

v

2-Na tirinha, há traço de humor em:

(A) “Que olhar é esse, Dalila?” (B) “Olhar de tristeza, mágoa, desilusão…” (C) “Olhar de apatia, tédio, solidão…” D) “Sorte! Pensei que fosse conjuntivite!”

                                                              O SAPO

     Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. “Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais!” Olhou fundo nos olhos dele e disse: “Você vai virar um sapo!” Ao ouvi esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra  feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.                                                                                         (Rubem Alves)

3-No trecho “O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava.”, a expressão destacada significa que:

(A) não deu atenção ao pedido de casamento. (B) não entendeu o pedido de casamento. (C) não respondeu à bruxa.  (D) não acreditou na bruxa.

                                                       As Amazônas

Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

                                                     SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de  janeiro

4-No texto, o uso da expressão “água que não acaba mais” (􀀁. 11) revela:

(A) admiração pelo tamanho do rio.  (B) ambição pela riqueza da região.  (C) medo da violência das águas.  (D) surpresa pela localização do rio.

5-O texto trata:

(A) da importância econômica do rio Amazonas.  (B) das características da região Amazônica. (C) de um roteiro turístico da região do Amazonas.  (D) do levantamento da vegetação amazônica.

6-A frase que contém uma opinião é:

(A) “cobre mais da metade do território brasileiro  (B) “não cansa de admirar as belezas da maior floresta”.   (C) “… “Maior floresta tropical do mundo”.  (D) “Mata contínua [...] cortada pelo  Amazonas.

Há muitos séculos, o homem vem construindo aparelhos para medir o tempo e não lhe deixar perder a hora. Um dos mais antigos foi inventado pelos chineses e consistia em uma corda cheia de nós a intervalos regulares. Colocava-se fogo ao artefato e a duração de algum evento era medida pelo tempo que a corda levava para queimar entre um nó e outro. Não há registros, mas com certeza diziam-se coisas como: “Muito bonito, não? Você está atrasado há mais de três nós!”

                                                            Jornal O Estado de S. Paulo, 28/05/1992.

7. A finalidade do texto é:                                                                             

(A) argumentar. (B) descrever. (C) informar. (D) narrar.

 Prezado Senhor,

Somos alunos do Colégio Tomé de Souza e temos interesse em assuntos relacionados a aspectos históricos de nosso país, principalmente os relacionados ao cotidiano de nossa História, como era o dia a dia das pessoas, como eram as escolas, a relação entre pais e filhos etc. Vínhamos acompanhando regularmente os suplementos publicados por esse importante jornal. Mas agora não encontramos mais os artigos tão interessantes. Por isso, resolvemos escrever-lhe e solicitar mais matérias a respeito.

8.O tema de interesse dos alunos é:

(A) cotidiano.

(B) escola.

(C) História do Brasil.

(D) relação entre pais e filhos.

O boto e a Baía da Guanabara

Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros
botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro.
􀀁 A “mui leal e heroica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”.
Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara.
Os outros botos zombavam dele:
􀀁 Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os
mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro!
􀀁 Acorda do encantamento, Piraiaguara!
O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando
pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você
vai acabar sendo atropelado por um navio! 
O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas
daquele lugar.Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000.
9.Os outros botos zombavam de Piraiaguara,porque ele:
(A) conhecia muito bem a história do Rio de Janeiro.
(B) enxergava apenas o lado bonito do Rio de Janeiro.
(C) julgava os botos mais importantes do que os outros animais.
(D) sentia tristeza pela destruição da Baía da Guanabara.
 
O fato que provoca a discussão entre as personagens é:
(A) a escolha de nomes de botos para as ilhas.
(B) a história da cidade do Rio de Janeiro.
(C) o orgulho do boto pela cidade do Rio de Janeiro.
(D) os perigos do Rio de Janeiro para os botos.
 
Em “se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!”
(􀀁. 25-26), o termo sublinhado estabelece, nesse trecho, relação de:
(A) causa.
(B) concessão.
(C) condição.
(D) tempo.
Seja criativo: fuja das desculpas manjadas 
Entrevista com teens, pais e psicólogos mostram que os adolescentes dizem sempre
a mesma coisa quando voltam tarde de uma festa. Conheça seis desculpas entre as mais usadas. Uma sugestão: evite-as. Os pais
não acreditam.
􀀁 Nós tivemos que ajudar uma senhora que estava passando muito mal. Até o socorro chegar... A gente não podia deixar a
pobre velhinha sozinha, não é?
􀀁 O pai do amigo que ia me trazer bateu o carro. Mas não se preocupem,ninguém se machucou!
􀀁 Cheguei um minuto depois do ônibus ter partido. Aí tive de ficar horas esperando uma carona...
􀀁 Você acredita que o meu relógio parou e eu nem percebi?
􀀁 Mas vocês disseram que hoje eu podia chegar tarde, não se lembram?
􀀁 Eu tentei avisar que ia me atrasar, mas o telefone daqui só dava ocupado!

10.De acordo com o texto, os pais não acreditam em:
(A) adolescentes.
(B) psicólogos.
(C) pesquisas.
(D) desculpas.

            Duas Almas
Ó tu, que vens de longe, ó tu, que vens
 cansada,
entra, e sob este teto encontrarás carinho:
eu nunca fui amado, e vivo tão sozinho,
vives sozinha sempre, e nunca foste amada...

A neve anda a branquear, lividamente, a
 estrada,
e a minha alcova tem a tepidez de um ninho.
Entra, ao menos até que as curvas do caminho
se banhem no esplendor nascente da alvorada.
 E amanhã, quando a luz do sol dourar, radiosa,
essa estrada sem fim, deserta, imensa e nua,
podes partir de novo, ó nômade formosa!
 Já não serei tão só, nem irás tão sozinha.
Há de ficar comigo uma saudade tua...
Hás de levar contigo uma saudade minha...
 WAMOSY, Alceu. Livro dos sonetos. L&PM.
 
11.No verso “e a minha alcova tem a tepidez de um ninho” (v. 6), a expressão sublinhada dá sentido de um lugar:
(A) aconchegante.
(B) belo.
(C) brando.
(D) elegante.
 
 
 
  
 
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Publicado por em 7 07America/Sao_Paulo novembro 07America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Redação do Enem 2011

 
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Publicado por em 2 02America/Sao_Paulo novembro 02America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

Livro O Cortiço

Atividades sobre o livro “O Cortiço”,de Aluízio de Azevedo.

Leia um trecho do romance O Cortiço, publicado em 1881, obra que introduziu o Naturalismo no Brasil. Compare aspectos da vida em uma favela do rio de Janeiro, no final do século XX, com a vida em um cortiço, também no Rio de Janeiro na segunda metade do século XIX.

 

       Amanhecera um domingo alegre no cortiço, um bom dia de abril. Muita luz e pouco calor.

       As tinas estavam abandonadas; os coradouros despidos. Tabuleiros e tabuleiros de roupa engomada saiam das casinhas, carregados na maior parte pelos filhos das próprias lavadeiras que se mostravam agora quase todas de fato limpas; os casaquinhos brancos avultavam por cima das saias de chita de cor. Desprezavam-se os grandes chapéus de palha e os aventais de aniagem; agora as portuguesas tinham na cabeça um lenço novo de ramagens vistosas e as brasileiras haviam penteado o cabelo e pregado nos cachos negros um ramalhete de dois vinténs; aquelas trancavam no ombro xales de lã vermelha, e estas de crochê, de um amarelo desbotado. Viam-se homens de corpo nu, jogando a placa, com grande algazarra. Um grupo de italianos, assentado debaixo de uma árvore, conversava ruidosamente, fumando cachimbo. Mulheres ensaboavam os filhos pequenos debaixo da bica, muito zangadas, a darem-lhes murros, a praguejar, e as crianças berravam de olhos fechados, esperneando. A casa da Machona estava num rebuliço, porque a família ia sair a passeio; a velha gritava, gritava Nenen, gritava o Agostinho. De muitas outras saiam cantos ou sons de instrumentos; ouviam-se harmônicas e ouviam-se guitarras, cuja discreta melodia era de vez em quando interrompida por um ronco forte de trombone.

  Os papagaios pareciam também mais alegres com o domingo e lançavam das gaiolas frases inteiras, entre gargalhadas e assobios. À porta de diversos cômodos, trabalhadores descansavam de calça limpa e camisa de meio lavada, assentados em cadeira, lendo e soletrando jornais ou livros; um declamava em voz alta versos de “Os Lusíadas:, com um empenho feroz, que o punha rouco. Transparecia neles o prazer da roupa mudada depois de uma semana no corpo. As casinhas fumegavam um cheiro bom de refogados de carne fresca fervendo ao fogo. Do sobrado do Miranda só as duas últimas janelas já estavam abertas e, pela escada que descia para o quintal, passava uma criada carregando baldes de águas servidas. Sentia-se naquela quietação de dia inútil a falta do resfolegar aflito das máquinas da vizinhança, com que todos estavam habituados. Para além do solitário capinzal do fundo a pedreira parecia dormir em paz o seu sono de pedra; mas, em compensação, o movimento era agora extraordinário à frente da estalagem e à entrada da venda. Muitas lavadeiras tinham ido para o portão, olhar quem passava; ao lado delas o Albino, vestido de branco, com o seu lenço engomado ao pescoço, entretinha-se a chupar balas de açúcar, que comprara ali mesmo ao tabuleiro de um baleiro freguês do cortiço.         

       Dentro da taverna, os martelos de vinho branco, os copos de cerveja nacional e os dois vinténs de parati ou laranjinha sucediam-se por cima do balcão, passando das mãos do Domingos e do Manuel para as mãos ávidas dos operários e dos trabalhadores, que os recebiam com estrondosas exclamações de pândega. A Isaura, que fora num pulo tomar o seu primeiro capilé, via-se tonta com os apalpões que lhe davam.Leonor não tinha um instante de sossego, saltando de um lado para outro, com uma agilidade de mono, a fugir dos punhos calosos dos cavouqueiros que, entre risadas, tentavam agarrá-la; e insistia na sua ameaça do costume: “que se queixava ao juiz de orfe”, mas não se ia embora, porque defronte da venda viera estacionar um homem que tocava cinco instrumentos ao mesmo tempo, com um acompanhamento desafinado de bombo, pratos e guizos.

                                                                                     AZEVEDO,Aluísio.OCortiço.36.ed.São Paulo,Ática,2000.p.445

 

 

 

     

 Responda:

1)  O texto é predominantemente descritivo ou narrativo? Justifique sua resposta.

_____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

2)  A descrição da natureza é muito sintética, diferentemente do que ocorre em escritos românticos. No primeiro parágrafo, o narrador faz referência apenas a dois elementos naturais. Que elementos são esses? Como eles estão caracterizados?_________________________________________________________________________________

 

Releia o segundo parágrafo do texto para responder à questão seguinte:

3)  O narrador refere-se de maneira indireta a dois complementos do vestuário utilizados pelas lavadeiras nos dias de trabalho. Que elementos são esses?­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

 

Releia o terceiro parágrafo do texto para responder às questões seguintes:

4) Nesse parágrafo, o narrador acrescenta informações que demonstram que o lazer dos trabalhadores não se resumia a descansar e ir à taverna. Que informações são essas?

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

5) Apesar de o autor enfatizar a alegria e a agitação da cena matinal do cortiço, o clima que predomina nesse parágrafo é diferente. Explique.

__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

 

Releia o último parágrafo para responder às questões seguintes:

6) Há, nesse parágrafo, uma comparação entre o comportamento de uma personagem e o de um animal. Qual é a característica que se compara?

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

7) Que características dos trabalhadores é destacada nesse parágrafo?

____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

8) Leia fragmento do romance O cortiço (1890), de Aluísio Azevedo  para responder as questões :

O cortiço

Fechou-se um entra-e-sai de marimbondos defronte daquelas cem casinhas ameaçadas pelo fogo. Homens e mulheres corriam de cá para lá com os tarecos ao ombro, numa balbúrdia de doidos. O pátio e a rua enchiam-se agora de camas velhas e colchões espocados. Ninguém se conhecia naquela zumba de gritos sem nexo, e choro de crianças esmagadas, e pragas arrancadas pela dor e pelo desespero. Da casa do Barão saíam clamores apopléticos; ouviam-se os guinchos de Zulmira que se espolinhava com um ataque. E começou a aparecer água. Quem a trouxe? Ninguém sabia dizê-lo; mas viam-se baldes e baldes que se despejavam sobre as chamas. Os sinos da vizinhança começaram a badalar.E tudo era um clamor.A Bruxa surgiu à janela da sua casa, como à boca de uma fornalha acesa. Estava horrível; nunca fora tão bruxa. O seu moreno trigueiro, de cabocla velha, reluzia que nem metal em brasa; a sua crina preta, desgrenhada, escorrida e abundante como as das éguas selvagens, dava-lhe um caráter fantástico de fúria saída do inferno. E ela ria-se, ébria de satisfação, sem sentir as queimaduras e as feridas, vitoriosa no meio daquela orgia de fogo, com que ultimamente vivia a sonhar em segredo a sua alma extravagante de maluca. Ia atirar-se cá para fora, quando se ouviu estalar o madeiramento da casa incendiada, que abateu rapidamente, sepultando a louca num montão de brasas. (Aluísio Azevedo. O cortiço)

 

A) (UNIFESP) Em O cortiço, o caráter naturalista da obra faz com que o narrador se posicione em terceira pessoa, onisciente e onipresente ( narrador observador), preocupado em oferecer uma visão crítico-analítica dos fatos. A sugestão de que o narrador é testemunha pessoal e muito próxima dos acontecimentos narrados aparece de modo mais direto e explícito em:

a) Fechou-se um entra-e-sai de marimbondos defronte daquelas cem casinhas ameaçadas pelo fogo.
b) Ninguém sabia dizê-lo; mas viam-se baldes e baldes que se despejavam sobre as chamas.
c) Da casa do Barão saíam clamores apopléticos…
d) A Bruxa surgiu à janela da sua casa, como à boca de uma fornalha acesa.
e) Ia atirar-se cá para fora, quando se ouviu estalar o madeiramento da casa incendiada…

B)  (UNIFESP) O caráter naturalista nessa obra de Aluísio Azevedo oferece, de maneira figurada, um retrato de nosso país, no final do século XIX. Põe em evidência a competição dos mais fortes, entre si, e estes, esmagando as camadas de baixo, compostas de brancos pobres, mestiços e escravos africanos. No ambiente de degradação de um cortiço, o autor expõe um quadro tenso de misérias materiais e humanas. No fragmento, há várias outras características do Naturalismo. Aponte a alternativa em que as duas características apresentadas são corretas:

a) Exploração do comportamento anormal e dos instintos baixos; enfoque da vida e dos fatos sociais contemporâneos ao escritor.
b) Visão subjetivista dada pelo foco narrativo; tensão conflitiva entre o ser humano e o meio ambiente.
c) Preferência pelos temas do passado, propiciando uma visão objetiva dos fatos; crítica aos valores burgueses e predileção pelos mais pobres.
d) A onisciência do narrador imprime-lhe o papel de criador, e se confunde com a ideia de Deus; utilização de preciosismos vocabulares, para enfatizar o distanciamento entre a enunciação e os fatos enunciados.
e) Exploração de um tema em que o ser humano é aviltado pelo mais forte; predominância de elementos anticientíficos, para ajustar a narração ao ambiente degradante dos personagens.

b. (UNIFESP) Releia o fragmento de O cortiço, com especial atenção aos dois trechos a seguir:

Ninguém se conhecia naquela zumba de gritos sem nexo, e choro de crianças esmagadas, e pragas arrancadas pela dor e pelo desespero.
 (…)
E começou a aparecer água. Quem a trouxe? Ninguém sabia dizê-lo; mas viam-se baldes e baldes que se despejavam sobre as chamas.

No fragmento, rico em efeitos descritivos e soluções literárias que configuram imagens plásticas no espírito do leitor, Aluísio Azevedo apresenta características psicológicas de comportamento comunitário. Aponte a alternativa que explicita o que os dois trechos têm em comum:

C) A Preocupação de um em relação à tragédia do outro, no primeiro trecho, e preocupação de poucos em relação à tragédia comum, no segundo trecho.
b) Desprezo de uns pelos outros, no primeiro trecho, e desprezo de todos por si próprios, no segundo trecho.
c) Angústia de um não poder ajudar o outro, no primeiro trecho, e angústia de não se conhecer o outro, por quem se é ajudado, no segundo trecho.
d) Desespero que se expressa por murmúrios, no primeiro trecho, e desespero que se expressa por apatia, no segundo trecho.
e) Anonimato da confusão e do “salve-se quem puder”, no primeiro trecho, e anonimato da cooperação e do “todos por todos”, no segundo trecho.··.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                                                                                                                 Bom Teste!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
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Publicado por em 17 17America/Sao_Paulo outubro 17America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 

TÉCNICAS DE REDAÇÃO

TÉCNICAS DE REDAÇÃO

Faça letra legível:
Você acha que alguém vai tentar decifrar sua redação, tendo outras 700 para corrigir?

Ordenação das Idéias:
A falta de ordenação de idéias gera um texto sem encadeamento e, às vezes, incompreensível, partindo de uma idéia para outra sem critério, sem ligação.

Coerência:
Você não deve apresentar um argumento e contradizê-lo mais adiante.

Coesão:
A redundância denuncia a falta de coesão. Não dê voltas num assunto, sem acrescentar dados novos.
Isso é típico de quem não tem informações suficientes para compor o texto.

Inadequação:
Não fuja ao tema proposto, escolhendo outro argumento com o qual tenha maior afinidade.
O distanciamento do assunto pode custar pontos importantes na avaliação.

Estrutura dos Parágrafos:
Separe o texto em parágrafos. Sem a definição de uma idéia em cada parágrafo, a redação fica mal estruturada. Não corte a idéia em um parágrafo para concluí-la no seguinte. Não deixe o pensamento sem conclusão.

Estrutura das Frases:
•Faça a concordância correta dos tempos verbais;
•Não fragmente a frase, separando o sujeito do predicado;
•Flexione corretamente os verbos quando for usar o gerúndio ou o particípio.

Conselhos úteis:
•Evite a repetições de sons, que é deselegante na prosa;
•Evite a repetições de palavras, que denota falta de vocabulário;
•Evite a repetição de idéias, que demonstra falta de conhecimento geral;
•Evite o exagero de conectivos (conjunções e pronomes relativos) para evitar a repetição e para não alongar períodos;
•Evite o emprego de verbos genéricos, tais como dar, fazer, ser e ter;
•Evite o uso exagerado de palavras e expressões do tipo: problema, coisa, negócio, principalmente, devido a, através de, em nível de, sob um ponto de vista, tendo em vista etc;
•Evite os coloquialismos: só que, daí, aí etc;
•Cuidado com o emprego ambíguo dos pronomes: seu, seus, sua, suas;
•Cuidado com as generalizações: sempre, nunca, todo mundo, ninguém;
•Seja específico: utilize argumentos concretos, fatos importantes;
•Não faça afirmações levianas, como: todo político é corrupto;
•Não use expressões populares e cristalizadas pelo uso, como: a união faz a força;
•Não use palavras estrangeiras nem gírias, como: deletar, tipo assim;
•Observe a pontuação;
•Cuidado com o uso de conjunções:
. mas, porém, contudo são adversativas, indicam fatores contrários;
. portanto, logo são conclusivas;
. pois é explicativa e não causal;
•Não escreva períodos muito curtos nem muito longos;
•Não use a palavra eu nem a palavra você e evite a palavra nós: a dissertação deve ser impessoal; não se dirija ao examinador como se estivesse conversando com ele;
•Não deixe parágrafos soltos: faça uma ligação entre eles, pois a ausência de elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos é erro grave.

ANGELA Mª N SAMORA Prof.ª PORTUGUÊS 3º ANO MATUTINO

 
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Publicado por em 5 05America/Sao_Paulo julho 05America/Sao_Paulo 2011 em Sem categoria

 
 
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